NOVO ENDEREÇO Novembro 16, 2009
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O Dois MegaPixel mudou para
Morros Mãe Catira e Sete Novembro 15, 2009
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CURITIBA (still alive) Esse fim de semana fui a mais uma das aventuras planejadas pelo pessoal do o2. A idéia básica era ir de bike até a base do Morro Mãe Catira na serra da Graciosa, fazer um trekking passando pelos cumes dos Morros Mãe Catira (ponto mais alto na foto abaixo) e Sete e voltar de bike pra casa. Simples, não?

Saímos em 8 (Eu, Stulzer, Gassner, Fabrício + os 02 Du, Lulis, Arce e Thiago) por volta da 7h do sábado em direção a Quatro Barras para então pegar a estrada Dom Pedro que nos levaria até a base da montanha. Clima agradável e o pessoal pedalando bem fizeram nossos 45km passarem rapidinhos. Mesmo pedalando forte deu pra apreciar a fauna da região.

Saindo da estrada Dom Pedro, seguimos pela trilha do Alemão até uma casinha que fica ao lado do Casa de Pedra. Lá deixamos as bikes e nos preparamos para a caminhada morro acima. Foi só aí que eu me toquei que deveria ter trazido uma calça. Too late!! Subi de bermuda mesmo e paguei o preço. Voltei com as pernas com vários cortes e arranhões.

Todos abastecidos de água na cozinha do generoso senhor da casinha partimos morro acima. A trilha é batida, mas bastante estreita e a mata fechada. Tem que seguir com atençao pois são muitas raízes e galhos na altura da cabeça. Como a luz do sol não chega ao solo o trajeto todo é muito úmido e em alguns pontos bastante lamacento.

Depois um algum tempo de caminhada chegamos ao primeiro “clarão” onde pudemos avistar a beleza da nossa serra do mar. Lá de cima era possível ver a confluência das estradas da Graciosa.

Desse ponto até o cume do Mãe Catira (1450m) é uma caminhada meio esquisita em função da vegetação de aproximadamente 1,5m de altura. Alí você tem que ir abrindo caminho no peito, literalmente. Cume alcançado, nosso próximo objetivo era o cume do Morro Sete a 1350m de altitude. Isso mesmo, descemos para ir ao outro cume. Chegamos lá após 2h30′ de caminhada. Como recompensa um banquete com um monte de conservas, salame e outros quitutes. O tempo não ajudou muito, mas de vez em quando dava pra ver alguma coisa entre as nuvens.


Devidamente alimentados (até demais eu diria) começamos a voltar. O desafio da volta é que antes de descer, você tem que subir até o Cume da Mãe Catira pra daí começar a descer de verdade. A altimetria abaixo mostra os dois picos.

Mais umas 2h30′ morro abaixo com algumas paradas para abastecer as reservas de água nos rios da região, chegamos a base. Pegamos as bikes pois mais uns 45km de bike nos separavam das nossas casas. Mas antes uma última parada para um pastel tamanho família acompanhado de caldo de cana e coca-cola na saída da estrada da Graciosa.

Cheguei de volta em casa por volta das 19:30h com 93km de bike e pouco mais de 5h de trekking. Agradecimentos sinceros a todos os corajosos pela ótima aventura e em especial ao 02 pela iniciativa!
Percuros e altimetrias da bike e trekking.
Mais fotos disponíveis nas Galerias do Gassner e do Fabricio.
Mais relatos em breve com um monte de coisas que eu devo ter esquecido de contar no Transpirando, o2 e no blog do Fabricio.
Fotos Velhas Novembro 13, 2009
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CURITIBA (naftalina) Recebi esse link hoje de um site de um Japonês que envelhece as fotos. Segundo eles, as fotos ficam com aparência de fotos centenárias. Fiz uns testes com umas fotos do último pedal e os resultados são bem bacanas..
Descendo a serra


Aniversário de Morretes


Sentiu o cheiro de naftalina?
Subida da Graciosa Novembro 1, 2009
Posted by 02mp in Uncategorized.Tags: bicicleta, Estrada Dom Pedro, graciosa, morretes, trilha do alemão
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CURITIBA (pêssego e aspargos) Sexta-feira prometia pois o calor era grande e a previsão do tempo finalmente dizia que teriamos sol durante todo o fim de semana. Um motivo a mais para um bom e longo pedal no sabadão.
O roteiro escolhido foi a subida da Graciosa. Na realidade Mildo e Fabricio queriam fazer um treino para a viagem que estão planejando junto com o Gassner para janeiro próximo. Logo carregaram suas bikes para simular a situação real que lhes espera. Como eu não vou poder ir nessa viagem, fui levinho. Tá certo que tive que carregar umas latas de coca-cola no meio da Graciosa. Artifício usado pelo Mildo pra andar na minha frente

Bem, começando pelo começo, encontrei o Mildo as 5:50h perto de casa e fomos pela BR277 até o Posto de Gasolina em São José dos Pinhais encontrar o Fabrício. Dalí, rumamos os três serra abaixo até a entrada de Morretes, onde tivemos nosso primeiro e único pneu furado. Fabricio foi o sortudo!

Pneu consertado, protetor solar reforçado e repelente passado continuamos o pedal. Isso até o trilho do trem, onde o maldito que nos persegue nos separou do Mildo.

Trêm superado, logo estávamos no centro de Morretes rodeados por um monte de gente, banda da Polícia Militar, crianças de escolas vestidas para desfile, etc… Não, não foi o twitter avisando que estavamos descendo. Eram as comemorações dos 276. aniversário de Morretes.

Não pudemos ficar para a festa pois tinhamos uma muralha para vencer. Mas antes, uma parada estratégica para o tradicional pêssego do Mildo. O local escolhido foi o rio Nhundiaquara, parada tradicional dos farofeiros de sim de semana. Como chegamos lá por volta das 9h a coisa estava bem tranquila. Comemos nosso pessêgo tranquilamente na companhia e alguns bicho-grilos que fumavam um baseado com os pés no rio.

Ora da verdade. Do rio Nhundiaquara até o começo da Trilha do Alemão são 895m de altitude em 25km. O sol estava castigando e pedalavamos colocando como objetivo a próxima sombra da estrada. O tráfego na descida estava bem intenso mas para subir estava bem tranquilo.

Fizemos uma parada providencial no Rio São João para refrescar as idéias e seguimos direto para nosso ponto de parada planejado para o almoço a 790m de altitude, ou seja, perto do fim da subida.

Banquete com direito a lombinho, pepinos, aspargos, sardinha, atum e coca-colas compradas no meio do caminho. A pergunta que eu sempre faço é se a gente pedala pra comer ou come pra pedalar… Bem, não importa. O que importa é que estava tudo muito bom!

Logo no fim da subida pegamos a Trilha do Alemão a qual eu não conhecia. Uma trilha muito bacana com algumas descidas e bastante pedras. Mildo brutus sofreu sem suspensão nesse trecho.

Dali pra frente seguimos pela Estrada Dom Pedro e então pegamos o contorno. Esse ponto foi o pior da aventura pois todos nós estavamos sem água e não tinha um mísero posto de gasolina ou boteco no meio do caminho. Conseguimos achar água somente depois de uns 15km no posto de apoio da Auto Pista Litoral Sul. Um pouco antes de chegar alí eu estava quase quebrando tamanha a sede. O pedal já estava no automático.

Devidadmente hidratados e depois de uma dose de cafeína para botar a cabeça pra funcionar novamente rumamos pra casa. Nos separamos do Fabricio no viaduto da 277 e viemos eu e o Mildo em direção ao Ahú/São Lourenço.
Ao fim foram 161km com 2000m de súbida acumulada e muitas risadas. Valeu Fabricio e Mildo!
O trajeto e altimetria disponíveis aqui. Mais fotos disponíveis aqui e na galeria do Fabrício.
Tosco Tomando Vinho Outubro 26, 2009
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CURITIBA (frio, calor, chuva) Quem me conhece sabe que meus vinhos prediletos são os vinhos do sudoeste da França, principalmente aqueles de Cahors e Madiran. São vinhos mais encorpados e que vão muito bem com carnes mais fortes, como um bom carneiro.
Por conta de um comentário que recebi nesse blog alguns meses atrás, li um livro chamado a Dieta do Vinho. A primeira parte do livro é bem interessante e o autor cita diversos estudos que mostram que as procianidinas (polifenóis abundantes em alguns vinhos tintos) fazem muito bem ao coração. Claro que quando consumidos com moderação.

Essa é a desculpa que qualquer um que gosta de um bom vinho precisa. Mas espere, a coisa fica melhor ainda. Segundo o autor, os vinhos com maior teor de procianidinas são os Madiran, os quais tem como uva base a Tannat.
Além do sudoeste da França a uva Tannat é produzida em grande quantidade no Uruguai. Entretanto, segundo o livro, os Tannat do Uruguai não são tão ricos em procianidinas quanto os Madiran. Mas são bem mais acessíveis e muito bons.
Ou seja, dá pra cuidar muito bem do coração com um vinho Uruguaio de boa qualidade. O exemplo disso foi um Tannat que tomei no almoço de domingo, da Bodega Ariano Hermanos.

Vinho muito bom (GGGG) e, de acordo com meu cunhado, a um preço bem acessível no Sans Club. Tá aí a dica!
Bem, se você não gosta de vinho tem uma outra saída. O livro diz que a romã também é rica em procianidinas…
Gruta do Bacaetava Outubro 25, 2009
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CURITIBA (pelo menos não chove…) Ontem fomos visitar a Gruta do Bacaetava em Colombo. Como a criançada está discutindo Grutas, Cavernas, Estalactites, Estalagmites, etc.. na escola, a professora achou que seria interessante a turma ver uma gruta de perto, já que temos uma aqui do lado de Curitiba. Trata-se da Gruta do Bacaetava, que fica no município de Colombo e desde 2000 faz parte do Parque Municipal Gruta do Bacaetava.


Desde a implantação do Parque diversas melhorias foram feitas no local. Agora você pode atravessar dos 200m de extensão da gruta sem molhar os pés, pois existem várias passarelas que tornam o passeio bem tranquilo e “kids safe”.

O parque conta com guias e fornecem as lanternas necessárias para a visita. Segundo o guia, a gruta tem um segundo andar, muito mais bonito, mas que infelizmente é fechado a visitação. Somente professores e pesquisadores tem acesso a esta parte da gruta.

O parque ainda conta com uma estrutura que permite fazer um picnic, o qual foi bem aproveitado pela criançada e pelos seus respectivos pais. Em resumo, se você tem criança ou gosta de grutas e cavernas, é um passeio obrigatório. O mapa e localização geográfica estão disponíveis no odois.org.
Robotec Fair 2009 Outubro 23, 2009
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CURITIBA (eu, robô?) Hoje levei a Isabela na Robotec Fair 2009 que está acontecendo no Parque Barigui em Curitiba. A baixinha viu a reportagem da feira no Jornal Nacional e ficou animada. Também pudera, eles mostraram a principal atração do evento, um robô humanoide construído pela empresa Japonesa Kokoro.

A maneira com a qual o robô movimenta as mãos e a face quando fala impressiona. Além disso, ele, ou melhor ela, reconhece algumas frases em Inglês, como “What´s your name”, “How old are you”, e responde também em Inglês. Isabela ficou um pouco chateada com a Japonesa pois ela não entendeu seu Inglês. Poxa, eu falei direitinho e ela não respondeu nada, reclamou ela.

Eu particularmente acho interessante esse tipo de feira para despertar o interesse da criançada pela ciência. Quem sabe não nasce uma engenheira…
Outra coisa que ela gostou foi a briga de robôs, outra atração importada do Japão.
No mais tem uns robôzinhos pra criançada se divertir, algumas empresas vendendo alguns kits pra você fazer seu próprio robô em casa e algumas universidade com projetos de alunos. Se você tem filho, vale a pena.
Corrida da Caixa Outubro 18, 2009
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CURITIBA (e a tal da tecnologia) Sempre fui defensor do horário de verão. Adoro correr no fim de tarde ainda vendo o sol. Para um país tropical em que as estações não são tão diferentes (aqui chove o ano inteiro), esses dias mais longos me faz lembrar que estamos no verão e devemos aproveitar os dias mais intensamente.
Pois bem, pra começar bem o horário de verão deste ano nada melhor do que uma corrida de rua. Como de praxe, a etapa Curitibana tinha largada prevista para as 7:30h. Ontem a noite tinhamos uma aniversário de um amigo em Campo Largo com show da banda do aniversariante e eu em prol da corrida fiquei só na Coca-Cola e saí cedo. Por volta das 23:30h já estava em casa e coloquei meu telefone pra despertar as 5h (6h do horário normal). Não sei por quais cargas d´água, meu telefone resolveu acertar o horário por conta dele e não me avisou. Resultado, despertou as 5h do horário de verão e eu só fui me dar conta a hora que cheguei no local da prova e os caras ainda estavam acabando de montar as coisas! Que raiva!! Pelo menos pude usar o banheiro ainda limpo
O percurso da prova esse ano foi alterado em relação aos anos anteriores. Como esse foi o primeiro ano que fiz essa corrida não sei dizer se ficou melhor ou pior. Mas teve bastante gente reclamandos das subidas da Av. Paraná. No mapa abaixo os trechos de subida estão em vermelho.

Analisando o histórico das minhas corridas no SportTracks, percebi que não teve nada de anormal. O total de subidas foi de 3.03km. O percurso de rua mais forte (que eu corri) ainda é o da Track&Field com 3.55km de subidas.

Fechei a prova com 48′40” com um ritmo médio de 4′52”/km. Agora é hora de encarrar uma boa feijoada e torcer pro Rubinho não ser atrapalhado pelo horário de verão!
Work-Chopp Outubro 15, 2009
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CURITIBA (pra acabar) Devo dizer que essa foi uma das conferências mais bagunçadas que participei. Só não foi pior que o ICDAR 2001 que teve queda de torre em NY, aeroporto fechado e a gente preso nos EUA sem poder ir embora. Tirando um monte de coisas mal feitas, a sessão de posters tever chopp liberado, o que prendeu o pessoal lá por mais tempo e ajuda na comunicação. Tive o prazer de encontrar meu amigo Prof. João Marques com quem já pedalei, subi o Marumbi e inclusive discuti pesquisa.
João já fez uma investida para subir o Aconcágua alguns anos atras e sempre que a gente se encontra o assunto cai na mesa pois isso é uma das coisas que está na minha “TO DO List”. Quero ver se antes dos 40 em consigo fazer isso.

A conversa estava muito boa e quando a sessão de posters acabou fomos a Ipanema pra continuar a discussão, afinal de contas não é todo dia que a gente se encontra. Como no fim de semana tem corrida, resolvi fazer uma dieta saudável, a base de peixe. Então, latinhas de Manjubinha!

Domingo depois da corrida vamos ver o resultado da dieta a base de carboidratos (somente da cerveja) e peixe.




